24 November 2015

ASAE identificou carros suspeitos de prestar serviço através da Uber

A ASAE actuou contra a ilegalidade da atividade da Uber e identificou carros e motoristas suspeitos de prestar serviço através daquela aplicação norte-americana.
Article Image

A notícia de 20 de novembro é saudada com entusiasmo pelo Setor do Táxi: a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) actuou contra a ilegalidade da atividade da Uber e identificou carros e motoristas suspeitos de prestar serviço através daquela aplicação norte-americana. A FPT sabe que alguns motoristas a trabalhar para a Uber, quando confrontados com a situação, alegaram desconhecer a sua própria condição de ilegalidade.
Como a Federação Portuguesa do Táxi já denunciou, “a atividade ilegal e desleal da Uber e dos clandestinos tem prejudicado gravemente o Setor, aprofundando uma situação incomportável a que os industriais ficaram sujeitos com a crise”.
Como forma de resposta, a FPT tem denunciado os ilegais às autoridades competentes, ASAE incluída, e às autarquias (dos concelhos onde os deslocalizados têm a licença e dos municípios onde estão de facto a prestar serviço ilegal).
O endereço de e-mail que a FPT criou para o efeito tem recebido as denúncias e queixas, acompanhadas por imagens que documentam os factos apontados. “Já há sinais de que vale a pena zelarmos pela sã atividade do nosso Setor”, refere o presidente da FPT, Carlos Ramos, que salienta a colaboração com as autoridades como “uma mais-valia para que o mercado retorne à equidade e ao equilíbrio”.
A FPT informa que “já há câmaras municipais a envolverem-se neste levantamento de casos de ilegalidade e de infração”, acrescentando que “a colaboração da Federação com os municípios, com as autoridades, com os empresários e industriais e com os motoristas já está a ter resultados”.
Como já foi noticiado, a Federação recebe as queixas e denúncias sobre os ilegais (Uber, clandestinos, deslocalizados e outros) através do endereço ilegais@fptaxi.pt. Na informação deve constar o máximo de dados possíveis como: data e hora; local; tipo de transporte (por exemplo, escolar, transfer aeroporto, transporte de trabalhadores, etc.); veículo utilizado (Uber, tuk tuk, ambulância, táxi clandestino, carrinha descaracterizada, etc.); matrícula e licença (no caso de táxis deslocalizados).
As denúncias seguem para as autoridades competentes e municípios envolvidos. “Tal como já referimos antes, falta-nos um ministro dos Transportes que se envolva no equilíbrio do mercado e do Setor”, conclui Carlos Ramos.

Leia mais na Revista Táxi!

Voltar à Homepage

Back to Top