24 September 2015

Críticas construtivas são boas para o Setor do Táxi

Os meios de comunicação social e as redes sociais são pródigos em notícias sobre o Setor do Táxi. Nem sempre a imagem mais positiva é veiculada sobre os profissionais do Setor.
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As críticas construtivas são bem-vindas, pois trazem pistas sobre como, onde e o que mudar nos táxis e no serviço que prestam.

A Federação Portuguesa do Táxi está atenta e realça um bom exemplo de crítica construtiva que surgiu das redes sociais, assinado pelo embaixador Francisco Seixas da Costa, intitulado “Recado aos Táxis”.

A ironia é útil quando contém os ingredientes que permitem melhorar dia-a-dia. Pior do que a crítica, é a indiferença. Ainda bem que há quem invista tempo a partilhar o que são as necessidades reais dos nossos passageiros.

Por um Setor que não é indiferente à mudança e à modernidade, assente num serviço cada vez mais personalizado, em vez de “franzir a testa” ao que parece ser uma crítica severa, deve aqui verificar-se os aspetos criticados, considerando que o táxi é um meio de transporte que constitui a primeira linha na receção aos turistas e viajantesdo mundo inteiro e que é e será o meio mais económico, confortável e seguro de transporte dos cidadãos portugueses.

“RECADO AOS TÁXIS

Vistam-se como deve ser, usem carros cómodos, impecavelmente limpos e sem cheiro a comida, tabaco ou odor pessoal intenso, fechem as janelas e liguem o ar condicionado quando o pedirmos, sejam educados, simpáticos e atentos com os clientes, calem a rádio aos berros, baixem a voz da "menina" da central a chamar os colegas, não protestem com os outros condutores, conduzam suavemente e com a preocupação da comodidade e segurança dos clientes, não nos atazanem os ouvidos com queixas contra "eles" e contra "isto", não nos falem do estado do trânsito, de futebol, de política e dos "pretos", não façam cenas com os trocos e passem recibo sem o pedirmos, dêem-nos a permanente garantia de conseguirmos ir do aeroporto ao Campo Grande sem ter de passar por Alcântara, tratem os estrangeiros como clientes normais e não como fonte de especulação.

Quando oferecerem um serviço SEMPRE assim, podem estar certos que esqueceremos o UBER. Até lá, habituem-se!”

Francisco Seixas da Costa

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