22 November 2017

Quem vota manda

Eleições na FPT com mais afluência
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A Federação Portuguesa do Táxi está mais forte. No dia 18 de novembro, durante o ato eleitoral realizado na Sede, em Lisboa, participaram 501 associados, que representam 799 votos.
“A afluência à mesa de voto quase dobrou a da eleição anterior, salientando-se que a participação dos sócios nos motiva a continuar a fazer mais e melhor em prol dos direitos do Setor do Táxi”, referiu o presidente da FPT, Carlos Ramos, que esteve com os associados e outros candidatos no período em que decorria a Assembleia-Geral Eleitoral da FPT.
Os associados que exerceram o seu direito de voto elegeram a Lista A candidata aos Órgãos Sociais Nacionais da Federação, para o mandato do quadriénio 2017/2021. Foram 795 votos favoráveis, 3 votos em branco e um voto nulo.
O presidente Carlos Ramos sublinhou que “o novo mandato constitui uma oportunidade para consolidar projetos e para enfrentar novos desafios na defesa dos direitos do Setor”.
No Programa de Ação dos novos Órgãos Sociais há princípios orientadores que reforçam a dinâmica da Federação, expressos no lema “temos de nos tornar na mudança que defendemos”: valorizar e qualificar os profissionais do táxi para melhorar o serviço. E a imagem do Setor do Táxi; novos desafios, melhores respostas; FPT digital; proteger o ar que é de todos; missão pública; agenda. São temas que vão ser desenvolvidos na próxima edição da Revista Táxi.
Adérito Alves Ribeiro, sócio fundador da Federação, designado pela Eurocoope – Cooperativa de Táxis de Lisboa, CRL, foi o mandatário da Lista A, candidata aos Órgãos Sociais da FPT. Salientou que “a responsabilidade cresce quando a expetativa é alta e os desafios são diferentes: o tempo novo que vivemos obriga a revitalizar e modernizar o setor táxi, como parte integrante do setor publico dos transportes de passageiros, obriga a mudanças comportamentais e tecnológicas na relação de maior transparência com a comunidade, obriga a um trabalho enorme de resistência”.
Carlos Ramos, presidente eleito para a Direção, referiu também que “o nosso programa de ação não é um documento fechado, nem cristalizado no tempo. Deve evoluir com o contributo dos associados, sendo ele próprio parte integrante de um pensamento coletivo há muito estruturado e de conhecimento público”.

Os novos Órgãos Sociais da FPT tomam posse em cerimónia a realizar em data a definir:
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