19 October 2015

CML recebe a Federação

A Câmara Municipal de Lisboa recebeu os representantes da Federação Portuguesa do Táxi numa reunião de trabalho realizada nos Paços do Concelho, em Lisboa, no dia 16 de outubro.
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A edilidade manifestou “total empenho” em reativar o trabalho para que possa concluir-se o regulamento para as praças do Aeroporto e Terminais de Cruzeiro da capital, tomando também a autarquia a iniciativa de promover reuniões com a ANA e com o Ministério da Economia. O objetivo é melhorar a prestação de serviços naquelas praças, incrementando a imagem de Lisboa e do País.

Foi também abordado o futuro regulamento para os riquexós e o funcionamento de outras animações turísticas em Lisboa. “A Câmara informou que até final de novembro haverá um conjunto de normas para o efeito”, salienta Carlos Ramos, presidente da FPT, que entretanto destaca os novos horários de circulação de riquexós até às 21h00, uma maior e mais rigorosa definição do estacionamento (assim como para toda a animação turística), prevendo a autarquia que até janeiro de 2017 a frota daquelas viaturas seja integralmente elétrica.
Os contingentes também serão definidos, “com o intuito de limitar o número daquelas viaturas a circular na cidade”, referiu o dirigente.

Os táxis clandestinos e os serviços ilegais foram alvo de informação por parte da FPT ao município, que “manifestou concordância com as iniciativas da FPT de comunicar as prevaricações às diversas autarquias envolvidas (de onde saem as viaturas em prevaricação e aquelas em que exercem atividade ilegal) e às autoridades”. A CML vai também prevenir a Polícia Municipal para o efeito.

A proposta da FPT para serviço de táxis “em escala” na cidade de Lisboa também foi bem acolhida pela edilidade, que aceita também referendar, entre o Setor, essa ou outras propostas que visem aproximar a oferta da procura de serviço de táxi.

A CML propôs a modernização da frota de táxis da capital, avançando ainda com a possibilidade de criar um grupo de trabalho para estudar esta situação. A FPT apresentou a sua pronta disponibilidade para esse trabalho e falou também da sua proposta de redução de licenças e da criação de um fundo de compra de licenças.

A Federação informou sobre o processo que corre em tribunal, contra a atribuição de 50 licenças novas para transporte em táxi adaptado para cidadãos deficientes. A FPT considerou a medida “precipitada, agravando o já excessivo contingente de táxis da capital, com os inerentes problemas de falta de procura e grande oferta”. A CML vai ainda estudar a cedência de terreno para uma central de compras para o Setor, a atribuir à FPT, como já foi anunciado anteriormente.

Na reunião, a acompanhar o presidente da CML, Fernando Medina, estiveram a diretora municipal Fátima Madureira, o chefe do Gabinete Jorge Rato e o assessor Bruno Maia. Por parte da Federação estiveram o presidente Carlos Ramos e os responsáveis António Marques, Eduardo Cacais e Rodolfo Melo.

O presidente da FPT, Carlos Ramos, faz um “balanço muito positivo” desta reunião de trabalho e sublinha a disponibilidade da Federação para integrar o trabalho “em prol de uma cidade mais justa no mercado de transportes, defendendo sempre os direitos dos industriais do Setor e os interesses dos passageiros”.

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