26 October 2016

Dois anos sem resposta

Perplexidade com a ausência de informação
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Quase dois anos depois do processo aberto pelo Ministério Público para investigar a atividade ilegal dos agentes Uber, nada se sabe. A ausência de informações tem gerado, no seio da Federação Portuguesa do Táxi a maior perplexidade. A FPT enviou um ofício à Procuradora-Geral da República, Joana Marques Vidal, com pedido de esclarecimento, para que as questões então colocadas tenham efetivamente resposta.
Carlos Ramos, presidente da FPT, enumera as questões que carecem de resposta. “Perante o silêncio do Ministério Público, a que se junta uma cúmplice apatia do Governo, a FPT procura saber a resposta a questões que continuam pertinentes: Como vão as investigações? O que tem sido investigado? Quantas viaturas foram apreendidas? Quantos agentes Uber detidos? Quantas coimas aplicadas?”
Já em julho deste ano a Federação tentou obter informações sobre o assunto junto da Procuradoria-Geral da República, sem, no entanto, ter recebido resposta ou esclarecimento.

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